Autor

Rodrigo Barreto

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Pelo terceiro ano consecutivo a capital tocantinense recebe um campeonato nacional.

Pela segunda vez a capital tocantinense será palco do CAMPEONATO BRASILEIRO de ESTRADA e CRI das categorias ELITE, SUB23, JUNIOR, JUVENIL e INFANTOJUVENIL, tanto masculino quanto feminino. Nos dias 26 à 30 de Junho os olhos do ciclismo de estrada do Brasil, estarão voltados para a capital mais nova do país, Palmas, no lindo e caloroso estado do  Tocantins.  Cidade que já sediou em 2022 um belíssimo, desafiador e muito bem organizado campeonato nacional, onde naquela ocasião Vinicius Rangel (MOVISTAR) sagrou-se CAMPEÃO BRASILEIRO na prova de resistência no masculino e Aline Mariga no feminino.

O Governo do Tocantis juntamente a prefeitura da capital Palmas tem contribuído  muito para o ciclismo nacional, pois não somente será o segundo campeonato brasileiro ELITE na cidade, mas também recentemente em 2023 a cidade foi sede do Campeonato Brasileiro de MASTERS.

Os eventos ocorrem sempre na TO-050, rodovia que corta a capital tocantinense ao meio, em um circuito de 10,4Km de extensão, com relevo desafiador onde o calor local e o vento, tornam as disputas ainda mais emocionantes e acirradas.

Para a edição de 2024 as distâncias e programação serão as seguintes:

Programação CAMPEONATO BRASILEIRO 2024.

Para as provas de CONTRARRELÓGIO INDIVIDUAL as distâncias serão as seguintes:

Sobre a cidade sede:
Inaugurada em 20 de maio de 1989 e instalada em 1º de janeiro de 1990, Palmas, sede do Campeonato
Brasileiro de Estrada 2024, está cravada na exuberante paisagem do Cerrado, no coração do Brasil.
Conhecida como a Capital das Oportunidades e ancorada em um projeto de desenvolvimento
sustentável no qual o meio ambiente e homem estão no centro do estudo, a cidade é dotada de um
ecossistema de grande beleza cênica com parques urbanos, jardins e áreas verdes estrategicamente
projetadas.
A Capital do Tocantins é a última cidade brasileira planejada do século 20. Possui uma arquitetura
arrojada, com avenidas largas, dotadas de completo trabalho paisagístico e divisão urbanística
caracterizada por grandes quadras comerciais e residenciais.
Via obrigatória de acesso entre as regiões Norte e Sul do País, pela Capital e entorno passam os grandes
projetos estruturantes como a Ferrovia Norte-Sul, hidrovia Araguaia-Tocantins e a BR-153, que será
duplicada.
A cidade é propícia ao desenvolvimento do turismo de negócios e eventos e ecoturismo. Localizada a
805 km de Brasília-DF, é servida pelas principais companhias aéreas.

Vinicius Rangel, atleta que foi revelado pela Equipe BIKE POINT, sendo CAMPEÃO BRASILEIRO em 2022, em Palmas-TO.
Um final de semana repleto de muito MTB no sul do estado de Santa Catarina.

No dia 16 de Junho a cidade de Morro da Fumaça ao sul do estado de santa Catarina recebe a 4ª edição do CICLITURISMO, um evento que vem ganhando cada vez mais força no sul do estado.

Será um final de semana de muito Mountain Bike, em uma das regiões mais belas para a pratica do MTB em Santa Catarina.

O evento terá 2 PERCURSOS:

Sport: 52 km / 1.000 de elevação.
Amador: 26 km / 300 de elevação.As inscrições podem ser efetuadas até dia 12/06 pelo site da RISCO ZERO (CLICANDO NESTE LINK VOCÊ VAI DIRETO PARA A INSCRIÇÃO)

KIT DO ATLETA:
> Medalha de participação
Água e frutas no trajeto 
> Placa de identificação
> Brindes de parceiros
> Café da manhã
> Seguro atleta 
RETIRADA DE KIT:
Data: 15/06/23 – Sábado 
Horário: Ás 16h:30min
Local: Rua Travessa Cristina Tezza
Casa da Nonna – Centro, Morro da Fumaça – SC
CEP 88830-000Data: 16/06/23 – Domingo
Horário: Dás 06:00h ás 08:00h
Local: Rua Travessa Cristina Tezza
Casa da Nonna – Centro, Morro da Fumaça – SC
CEP 88830-000
LOCAL: 
Rua Travessa Cristina Tezza
Casa da Nonna – Centro, Morro da Fumaça – SC
CEP 88830-000
https://maps.app.goo.gl/XQV2qBmeX47qzgPL8PREMIAÇÃO:
Premiação para as 03 maiores equipes.Troféu e prêmio em dinheiro.enlightened Maior equipe: R$ 700,00
enlightened Segunda maior equipe: R$ 500,00
enlightened Terceira maior equipe: R$ 300,0003 homens (de maior de idade)
03 mulheres (de maior de idade)

Sorteio especial BIKE POINT.

A BIKE POINT como apoiadora estará sorteando  um GPS IGPSPORT a todos os inscritos neste grandioso evento.

Estima-se que o evento receberá cerca de 700 a 1.000 ciclistas de todas as regiões de Santa Catarina bem como de fora do estado também.

Para maiores informações e sanar qualquer dúvidas os atletas podem entrar em contato pelos fones:

(48) 9 9611-7370 – Alexandre
(48) 9 9812-4260 – Risco Zero
A primeira versão da Bicicleta datada de 1817.

Bike, Bici, Magrela, Camelo, Kalango ou simplesmente BICICLETA! Chame-a como você quiser!
Essa verdadeira obra prima da engenharia moderna do transporte individual (e também em alguns casos coletivo). Serviu como equipamento primordial para a evolução de muitas nações, mundo a fora após sua criação em 1817.

Impulsionado por uma série de desastres como uma das maiores erupções vulcânicas que temos conhecimento…

Uma escassez de alimentos muito grande e entre os desdobramentos uma baixa nunca vista nos animais, inclusive os cavalos, responsáveis por grande parte do transporte da época.

Karl Von Drais, um inventor alemão, inventou o que podemos chamar de a “primeira bicicleta do mundo”.

Uma estrutura de madeira, praticamente reta, que ligava duas rodas também de madeira, uma espécie de guidom com movimentos curtos e limitados e um acolchoado no local onde se sentava.

A bicicleta não possuía pedais, ou qualquer engrenagem, a propulsão era feita pelos pés, empurrando a chamada “DRAISIANA”(em homenagem ao criador, ou “cavalo de pau”, possuía algo em torno de 25kg na época e não contava com freios. Muito semelhante ao que vemos hoje nas bicicletas infantis chamadas de “BALANCE”

Uma criação exclusiva

Como a maioria das invenções, a máquina de correr não era utilizada por toda a sociedade. Isso porque apenas um pequeno grupo da elite tinha acesso a bens materiais de valor elevado como este.
Somente quando a bicicleta passou a ser produzida em larga escala e os valores diminuíram, mais pessoas puderam conhecer esse transporte e aproveitar a nova experiência.

criado em 12 de abri de 2018

O Dia Mundial da Bicicleta foi aprovado como um dia oficial de conscientização sobre os vários benefícios sociais de usar a bicicleta para transporte e lazer das Nações Unidas. Após o anúncio, o Secretário Geral da Federação Europeia de Ciclistas, Bernhard Ensink, declarou, “andar de bicicleta é uma fonte de benefícios social, econômico e ambiental – e isso é aproximar as pessoas. WCA (World Cycling Alliance) e a FEC estão extremamente felizes com esta declaração. Esta declaração da ONU é um reconhecimento da contribuição de ciclismo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável“.

Logomarca oficial do Dia Mundial da Bicicleta.

Campanha

Leszek Sibilski liderou uma campanha para promover uma Resolução da ONU para o Dia Mundial da Bicicleta, eventualmente, ganhando o apoio de Turquemenistão e outros 56 países. O logotipo do Dia Mundial da Bicicleta foi projetado por Isaac Feld e a animação complementar foi feita pelo Professor John E. Swanson. Ela retrata ciclistas de vários tipos pedalando ao redor do mundo. No fundo do logotipo está a hashtag #June3WorldBicycleDay (em português, #3DeJunhoDiaMundialDaBicicleta).[9] A mensagem principal é mostrar que a bicicleta pertence e serve a toda a humanidade.

bicicleta no brasil e no mundo

Segundo levantamento realizado pela Bicycle Guider, há mais de 1 bilhão de bicicletas em uso ao redor do mundo. A China seria o abrigo de 450 milhões delas, sendo seguida pelos Estados Unidos, com 100 milhões de unidades, e o Japão, com 72,5 milhões.

Na quarta posição, temos a Alemanha, com 62 milhões de bicicletas. O Brasil, por sua vez, tem 40 milhões, ocupando o quinto lugar. Capazes de promover melhoria na qualidade de vida das pessoas, as bicicletas auxiliam tanto na saúde mental, quanto na física, por reduzir o risco de incidência de várias doenças crônicas.

Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), as viagens por bicicleta são realizadas por apenas 7% dos brasileiros. Ao mesmo tempo, há potencial de que esse uso alcance os 40%.

Considerando todos esses dados, fica ainda mais evidente o quanto é necessário incentivar seu uso de uma forma sistematizada, e que não leve em consideração apenas a expansão de ciclovias. Isso porque ainda há muito a se fazer para ampliar a acessibilidade, a infraestrutura e até mesmo tornar mais efetiva a segurança dos ciclistas.

BIKE POINT vivendo a bicicleta a muito mais que 22 anos.

 

 

 

 

Seleção feminina brasileira celebrando a belíssima medalha de Prata, conquistada por Wellyda Rodrigues, após um trabalho IMPECÁVEL de toda equipe.
Seleção feminina brasileira celebrando a belíssima medalha de Prata, conquistada por Wellyda Rodrigues, após um trabalho IMPECÁVEL de toda equipe.

Os olhos do ciclismo de estrada das Américas e do mundo, estavam voltados para o Brasil nos dias 20 a 26 de Maio de 2024, mais precisamente para a cidade se São José do Campos no estado de São Paulo. A cidade do interior paulista recebeu ciclistas de 31 países das categorias Junior, SUB 23, e ELITE, Feminino e Masculino, ao todo foram  6 dias de disputas e mais de 15 medalhas em jogo, e o Brasil deu um verdadeiro SHOW EM CASA, ficando em 2° colocado no quadro geral de medalhas com grandes resultados.

Ficando a frente de grandes seleções o Brasil conseguiu mostrar que vem trabalhando firme nas categorias de base, e que grandes talentos vem surgindo no país.

Das medalhas conquistas, todas foram após belíssimas disputas, tais como foi a da categoria Junior onde Guilherme Lino o “KATRAQUINHA” se sagrou campeão com a medalha de Ouro, e Matheus Constantino garantiu o Bronze um feito inédito até então para o país.

Guilherme Lino e Matheus Constantino elevando o nível da categoria Junior a patamares internacionais no ciclismo de estrada.

Já na categoria SUB 23 Otávio Gonzeli, garantiu o Ouro para o Brasil após uma prova muito emocionante que foi decidida nos centímetros finais, isso mesmo, decidida por centímetros! Mesmo após uma queda o atleta seguiu firme, e garantiu a medalha de Ouro.

Otávio Gonzeli campeão Pan-Americano SUB 23.

No feminino ELITE a seleção brasileiro foi impecável e fez toda a torcida vibrar e chorar com a medalha de prata de Wellyda Rodrigues, após uma duríssima prova de 110km com ações do inicio ao fim, e o brasil sempre controlando todas elas, a seleção conquistou a medalha de Prata.

Wellyda Rodrigues medalha de Prata no Pan-Americano.

Na seleção Brasileira estava Taise Benato, curitibana de 32 anos, amiga e cliente da BIKE POINT, que foi fundamental para a conquista da Prata, batemos um papo com Taise, que nos relatou em detalhes toda a jornada dessa grande conquista para nosso País.

BIKE POINT
– Primeiramente muito obrigado por estar batendo este papo conosco e também pela belíssima temporada que vem fazendo! Gostaríamos de saber como recebeu a noticia de sua convocação, se era esperada, bem como se já havia defendido a seleção brasileira em outras oportunidades?

TAISE BENATO
– Eu que agradeço pelo bate-papo, e parabenizo pelo contato pois acho muito importante para nosso esporte,  principalmente o ciclismo, um esporte tão masculinizado em nosso país, isso mostra que o ciclismo vem crescendo muito em nosso país e continente.
Sou atleta da Seleção Brasileira desde 2021 quando fui convocada para o mundial na Bélgica, que ocorreu na região do FLANDERS, de lá pra cá defendia nossa seleção em jogos Pan-Americanos e Sul-Americanos ao longo dos anos, e recentemente estive defendendo nossas cores no Pan-Americano de PISTA em Los Angeles, Califórnia, EUA.

BIKE POINT
– Quando ficou sabendo que o Brasil seria sede do PAN-AMERICANO de ciclismo, você iniciou um periodização para tal desafio?

TAISE BENATO
– Eu como atleta sempre inicio o ano focada nos campeonatos nacionais e Pan-Americanos tanto de estrada e pista, lógico que para o Pan é necessária a convocação, mas sempre mantenho a performance, para estar sempre no meu mais alto nível no período destas competições.

BIKE POINT
– Quando saiu a convocação, e também a revelação do circuito você tinha certeza de que uma medalha seria possível?

TAISE BENATO
– Quando tivemos nosso primeiro encontro e dialogo, ficou muito nítido que estaríamos defendendo uma única camisa, e que se uma fosse para o pódio todas estaríamos lá. UNIÃO e COLETIVO é a palavra que definiu este time, e sabíamos que trabalhando juntas tínhamos chance de medalha.

BIKE POINT
– Na prova de estrada a seleção feminina deu um espetáculo de união e coletivo ao céu aberto, qual foi a estratégia desde o inicio para o time? Era exatamente o que foi visto, ou haviam outras?

TAISE BENATO
– A estratégia inicial era sempre agirmos em pares, mas sabíamos que as americanas iriam iniciar as ações do dia, e também de que muito provavelmente a prova viria para um Sprint, e foi o que de fato aconteceu. Mas até isso acontecer, todas trabalhamos duro, pois os ataques ocorriam incessantemente, a estratégia é que se viesse para o Sprint a Wellyda faria, e caso uma possível saísse do meio para o final, a “Tota” deveria estar nela.

BIKE POINT
– Você também disputou o ITT neste Pan-Americano, estreando sua ORBEA ORDU, ficamos a par de que teve alguns “imprevistos” perante medições de SET UP, algo que é sempre um dos pontos mais “tensos” digamos assim nas aferições, pois tratando-se de uma prova onde tudo é decidido nos segundos, todo e qualquer milímetro faz a diferença. Tirando este ponto, como foi a primeira experiência sob uma ORBEA ORDU?

TAISE BENATO
– Correto! Tive alguns imprevistos com a aferição, pois no ITT é tudo no “LIMITE”. Mas referente a minha ORBEA ORDU, estamos cada dia mais intimas, inclusive no exato momento em que estamos fazendo essa entrevista, eu estou sob ela treinando. Nos treinos a bike já se mostrou muito superior, entregando muito mais do que eu já havia lido e pesquisado, agora cada dia que passa, estamos trabalhando cada vez mais forte, e sei de que juntas iremos sim colhe bons frutos!

6 – Por fim, qual seu próximo grande objetivo para o ano de 2024? O que podemos esperar de Taise Benato ainda nesta temporada?

TAISE BENATO
– Neste ano ainda tenho o Campeonato Brasileiro no mês de Junho em Palmas – TO,  o último grande desafio da temporada, bem como alguns provas pontuais que irei definir. Tem sido uma grande temporada, e estou bem feliz com a performance que tenho entregado.

Taise Benato estreando sua ORBEA ORDU no Pan-Americano 2024.

 

Na imagem Vinicius Rangel, atleta que já foi da equipe BIKE POINT, e também Campeão Brasileiro em 2022. Hoje defende o time Pro Tour MOVISTAR.

 

Na semana de 20 a 26 de maio, São José dos Campos no interior de São Paulo será palco do Campeonato Pan-Americano de Ciclismo de Estrada, reunindo cerca de 400 ciclistas de 31 países, com provas de Contrarrelógio Individual e Resistência. O evento contará com atletas das categorias Elite Masculino, Elite Feminino, Sub-23 Masculino, Júnior Masculino e Júnior Feminino, e será a última grande competição do continente antes dos Jogos Olímpicos de Paris. O Campeonato Pan-Americano é o maior evento de ciclismo da América Latina, o Brasil volta a ser sede de um Pan-Americano após 18 anos, pela terceira vez. As últimas edições do evento haviam sido em 1982 a primeira, e 2006 segunda, ambas no estado de São Paulo.

O evento chega ao Brasil após um longo e complexo trabalho da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), que nos últimos anos vem trabalhando forte para o crescimento do ciclismo de estrada no país, juntamente com a COPACI, Confederação Pan-Americana de Ciclismo. Nessa edição estarão em disputa os títulos de campeões Pan-Americano Junior,ELITE, tanto no masculino como no feminino, para ITT e Estrada, e SUB-23 somente para o Masculino.

O percurso básico das provas de Resistência sai da arena montada na Via Cambuí, em frente à Faculdade Humanitas, e os atletas seguirão até o trevo do Bairro Putim, entrando na Rodovia dos Tamoios (SP099) no km 7. Dali seguem pela Rodovias Carvalho Pinto e Ayrton Senna (SP070) e até saída para a Rodovia Presidente Dutra.

Para o retorno, os atletas virão das Rodovias Carvalho Pinto e Ayrton (SP070), adentrando a Rodovia dos Tamoios (SP099) pela Pista Norte, e após o km 7, Norte, no acesso ao Bairro São Judas, acessam a área urbana, seguindo até a via Cambuí, onde estará montada a estrutura de chegada, defronte à Faculdade Humanitas.

Programação

No CRI, as disputas serão em um circuito de 10,7km com largada e chegada na Via Cambuí, em frente a Faculdade Humanitas. Já as de Resistência utilizarão o circuito (Junior, masculino e feminino), e as estradas de região.

As disputas e percursos estão assim previstos:
21/05 – Contrarrelógio Individual – Júnior Masculino e Feminino, Sub 23 Masculino e Elite Feminino;
23/05 – Contrarrelógio Individual – Elite Masculino; 23/05 – Resistência – Junior Masculino e Feminino;
24/05 – Resistência – Sub 23 Masculino;
25/05 – Resistência – Elite Feminino;
26/05 – Resistência – Elite Masculino.

Os convocados para defender as cores do Brasil são:

Elite masculino
Nicolas Sessler  (Victoria Sports Pro Cycling)
João Pedro Rossi (Swift Carbon)
Igor Molina (Pindamonhangaba Cycling Team)
Diego Mendes (Soul Cycles – Santos)
André Gohr (Taubaté Cycling Team)
Kleber Ramos da Silva (Pindamonhangaba Cycling Team)

Suplentes
Caio Godoy (Indaiatuba Cycling Team)
Cristian Egidio (Taubaté Cycling Team)
João Marcelo Gaspar (AGI Cycling)

Elite feminino
Ana Vitória Magalhães (Bepink-Buongianni)
Wellyda Rodrigues (Pindamonhangaba Cycling Team)
Ana Paula Polegatch (Indaiatuba Cycling Team)
Marcela Toldi (Indaiatuba Cycling Team)
Taise Maiara Benato (Avaí F.C./FME Florianópolis)
Carolina Bilato (Soul Cycles – Santos)

Suplentes
Thayná Araujo (Soul Cycles/Santos)
Alice Tamirys de Melo (ABEC / Rio Claro)
Luciene Ferreira da Silva (Pindamonhangaba Cycling Team)
Larissa Castelari (São José Ciclismo)

Sub-23 masculino
Gabriel Sousa Silva (Maia-Portugal)
Otávio Augusto Gonzelli (Swift Carbon Pro Cycling)
Pedro Freitas (Indaiatuba ERT Cycling Team)
Victor César de Paula (Valverde Team)
Vinicius Silva (São José Ciclismo)
Werik Kaua (Valverde Team)

Suplentes
Vitor Eduardo Pompeu (Soul Cycles Santos)
Andrey Braguini (Kelly Simoldes)
Pedro Henrique Kunst (Taubaté Cycling Team)

Junior masculino
Miguel Bessani Vieira  (Ciclismo Rio do Sul)
Luis Fernando Bonfim de Almeida  (Dantas Bikes)
Guilherme Assis Moreira Lino  (Landeiro KTM ACR Roriz Cycling Academy)
Matheus Constantino (Associação Ciclística Rolandense)
Lucca Marques (ERT Indaiatuba)
Matheus Eduardo Franciscon (Clube Maringaense de Ciclismo)

Suplentes
Vítor Gabriel Tofanini (Santa Barbara d’Oeste)
Rodrigo Garcez Júnior (Acivas)

Junior Feminino
Catherine Ehrnann Vieira (Associação Ciclística Rolandense)
Ana Laura Santos de Queiroz (Avulso – Goiás)
Maria Eduarda de Jesus Nasi (São José dos Campos)
Kawani Sofia de Oliveira Carneiro (Avulso – Pernambuco)
Maria Eduarda da Silva (Joinville Ciclismo)
Joelma Ferreira (Joinville Ciclismo)

Suplentes
Ana Carolina Esteves Pavão (São José dos Campos)
Livia Martins (SF Rancing)

Comissão Técnica:
Antônio Carlos Silvestre – Técnico / Elite masculino
Claudio Diegues – Técnico / Elite feminino
Marcelo Donnabella – Técnico / Sub-23 masculino
Carlos Martinelli – Técnico / Junior masculino e feminino

Diego Mendes, atual Campeão Brasileiro de ITT defendendo as cores do Brasil em sua primeira convocação pela seleção, em Outubro de 2023.

A BIKE POINT entrevistou Diego Mendes, atual campeão brasileiro de ITT, atleta que utiliza uma ORBEA ORDU para uma das provas mais velozes do ciclismo mundial, e que  recebeu sua segunda convocação pela seleção.

BIKE POINT
– Primeiramente muito obrigado por estar batendo esse papo conosco. Como você recebeu a noticia de sua convocação para representar o BRASIL no CAMPEONATO PAN-AMERICANO de 2024, por onde ela aconteceu e de que forma?

DIEGO MENDES
– Olá BIKE POINT, eu que agradeço a oportunidade, bem acho que a primeira pessoa que me mandou mensagem avisando foi o Marcelo ( Jaraguá do Sul ), um cara pelo qual tenho muito carinho, basicamente ele me mandou uma mensagem dizendo “- abre o site da CBC haha”. Mas posteriormente começaram a surgir marcações pelo Instagram e demais mídias.

BIKE POINT
– A convocação era esperada por você? Estava fazendo alguma periodização para tal competição?

DIEGO MENDES
– Bem de certa forma eu queria que acontecesse, esperava sim ser chamado, mas alguns critérios foram mudados do ano passado para esse em questão de convocação, mas caso não fosse chamado estaria tudo bem também.

No começo de ano eu alinhei com meu treinador, que faríamos uma periodização para o Pan, mesmo que houvesse a chance de não estar na lista de convocação.

BIKE POINT
– Você irá competir nas disciplinas de ITT e ESTRADA?

DIEGO MENDES
-Isso mesmo! Claro que o ITT é o foco principal para mim, disciplina qual tenho me destacado, mas com certeza vou fazer o melhor possível para ajudar meus companheiros de seleção na prova de estrada.

BIKE POINT
– Na prova de ITT você irá de ORBEA ORDU, o que poderia nos falar um pouco sobre seu equipamento para a prova, características e benefícios.

DIEGO MENDES
– Isso! Vou correr com a ORDU, o setup é praticamente o mesmo dos meus últimos ITT, talvez eu alterarei apenas o capacete.

Referente a bike, os freios a discos para mim foram muito benéficos, principalmente em curvas fechadas, você tem a vantagem de frear muito mais em cima da curva.
E sobre a bike em si, os dados falam por si só, é uma verdadeira obra prima da engenharia do ciclismo, sem sombra de dúvidas uma das ITT mais desejadas do mundo na atualidade.

BIKE POINT
– Entre os convocados, você já correu junto na mesma equipe/seleção com os demais convocados?

DIEGO MENDES
-Já corri contra em provas, mas junto pela equipe/seleção nenhum deles, mas creio que são claramente os melhores do Brasil atualmente, tenho certeza que poderemos fazer um grande trabalho e trazer um bom resultado para nosso país.

BIKE POINT
– Acredita que nossa seleção esteja indo com um time coeso e sólido com capacidade de conquistar bons resultados neste PAN-AMERICANO?

DIEGO MENDES
-Bem acho que podemos tentar fazer o melhor, para isso teremos que correr como uma equipe sem egos, creio que com isso poderemos tirar um bom proveito da corrida e ter um ótimo resultado.

Sobre a convocação em si, creio que por se tratar de prova “plana” temos bons caras de chegada, apesar que acho que a prova não terá uma chegada massiva, mas para isso nas fugas ou no fim de corrida precisamos de atletas de finalização.

BIKE POINT
-E por último mas não menos não menos importante. Atualmente você é o nosso CAMPEÃO NACIONAL DE ITT, com que olhos você vê tamanho evento ocorrendo aqui no Brasil após 18 anos, e como vê a atual situação do ciclismo de estrada no Brasil? Eventos, competições, campeonatos nacionais, atletas, cultura.

DIEGO MENDES
– Isso é ótimo para o nosso ciclismo, trazer tal evento fomenta ainda mais nosso esporte, creio que todos os setores tem a ganhar com isso.

Bem por ser o atual Campeão Nacional, queria que tivesse mais ITT´s no ano, atualmente temos algo em torno de 3 ou 4, é muito pouco, mas creio que em Santa Catarina hoje estejam as melhores competições do país, em termos de organização e corridas durante o ano.

Acho que cada vez mais tem surgido atletas de alto nível, os meninos mais novos atualmente tem corrido na Europa, isso mostra que temos talentos, porém acho que na parte cultural ficou manchada pelos inúmeros casos de doping, isso é refletido até hoje, temos que inserir isso em nossos jovens que é algo que  NÃO VALE A PENA, talvez assim possamos aos poucos ter uma cultura melhor na parte de ciclismo em diversas disciplinas.

Diego Mendes em performance com sua ORBEA ORDU.

O Campeonato Pan-Americano de Ciclismo de Estrada BRASIL será organizado e realizado pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e Federação Paulista de Ciclismo (FPC) com a supervisão da Confederação Pan-Americana de Ciclismo (COPACI) e apoio da Prefeitura Municipal de São José dos Campos e Governo do Estado de São Paulo, pela Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo, Polícia Militar Rodoviária Estadual, Ecopistas e Artesp.


A dopamina desempenha um papel crucial no ciclismo, influenciando tanto o desempenho físico quanto o aspecto psicológico do esporte. Como um neurotransmissor do sistema nervoso central, a dopamina está intimamente relacionada com a motivação, o prazer e a recompensa, todos os quais desempenham um papel significativo na prática do ciclismo.

  1. Motivação e Determinação: A dopamina é conhecida por desempenhar um papel fundamental na motivação e na determinação. No ciclismo, isso se traduz em ajudar os ciclistas a estabelecer metas desafiadoras e a se esforçar para alcançá-las. A liberação de dopamina está associada à sensação de prazer e realização que os ciclistas experimentam ao atingir novos recordes pessoais, superar desafios ou cruzar a linha de chegada.
  2. Controle Motor e Coordenação: A dopamina também está envolvida no controle motor e na coordenação muscular. Durante o ciclismo, isso significa que a dopamina ajuda a regular a contração muscular e a coordenação dos movimentos, permitindo que os ciclistas mantenham um ritmo suave e eficiente enquanto pedalam.

  3. Regulação da Dor: Durante um treino intenso ou uma competição de ciclismo, os atletas muitas vezes experimentam desconforto físico devido ao esforço extremo. A dopamina desempenha um papel na modulação da percepção da dor, o que pode ajudar os ciclistas a suportar o desconforto e a dor associados ao esforço físico prolongado.
  4. Recompensa e Prazer: A dopamina é frequentemente referida como o neurotransmissor da recompensa. No ciclismo, a liberação de dopamina está associada à sensação de prazer e satisfação que os ciclistas experimentam ao completar uma corrida ou alcançar seus objetivos. Essa sensação de recompensa pode ser um poderoso motivador para os ciclistas continuarem treinando e competindo.
  5. Aspectos Psicológicos: Além dos efeitos físicos, a dopamina também desempenha um papel crucial nos aspectos psicológicos do ciclismo, como a confiança, a autoestima e a resiliência. A dopamina pode ajudar os ciclistas a manterem uma mentalidade positiva, a superarem os desafios e a persistirem mesmo diante das adversidades.
    1. Foco e Concentração: A dopamina desempenha um papel crucial na regulação da atenção, foco e concentração. Durante uma corrida de ciclismo, manter o foco é essencial para evitar distrações e tomar decisões rápidas e precisas. A dopamina ajuda os ciclistas a permanecerem alertas e concentrados, permitindo-lhes reagir rapidamente a mudanças nas condições da pista ou no comportamento dos competidores.
    2. Aprendizado e Memória: A dopamina está envolvida no processo de aprendizado e formação de memória. No ciclismo, os ciclistas estão constantemente aprendendo com suas experiências passadas, ajustando suas estratégias e técnicas para melhorar seu desempenho. A dopamina facilita esse processo de aprendizado, ajudando os ciclistas a consolidar novas informações e habilidades para que possam aplicá-las efetivamente durante as corridas.
    3. Regulação do Humor: O equilíbrio da dopamina também desempenha um papel importante na regulação do humor e do bem-estar emocional dos ciclistas. Durante períodos de treinamento intenso ou competições estressantes, a dopamina pode ajudar a promover sentimentos de felicidade, confiança e satisfação, enquanto ajuda a reduzir os sintomas de ansiedade e depressão que podem surgir em resposta ao estresse.
    4. Resposta ao Estresse: O ciclismo, especialmente em competições de alto nível, pode ser uma fonte significativa de estresse físico e emocional. A dopamina desempenha um papel na resposta ao estresse, ajudando os ciclistas a lidar com a pressão competitiva e a manter a calma e o controle mesmo em situações desafiadoras.
    5. Recuperação e Bem-estar Geral: Além de afetar o desempenho durante as corridas, a dopamina também desempenha um papel na recuperação pós-exercício e no bem-estar geral dos ciclistas. A liberação de dopamina após um treino gratificante pode promover uma sensação de relaxamento e satisfação, enquanto ajuda na recuperação muscular e na regeneração dos tecidos danificados durante o exercício.

Em resumo, a dopamina é um neurotransmissor fundamental no ciclismo, influenciando a motivação, o prazer, a coordenação motora e a capacidade de lidar com o desconforto físico e os desafios psicológicos associados ao esporte. Um entendimento mais aprofundado do papel da dopamina pode ajudar os ciclistas a otimizar seu desempenho e aprimorar sua experiência no ciclismo.

O americado Christopher Blevins, celebrando sua vitória no XCO.
Nos dias 12, 13 e 14 de Abril, Mairiporã, município de 101.000 habitantes situado na região metropolita de São Paulo, foi palco da primeira etapa da COPA DO MUNDO de Mountain Bike, evento este que  que abriu o calendário internacional de Cross-Country Olympic (XCO) e Short Track (XCC) internacional, e que em 2024 cotará com 15 etapas ao redor de todo o mundo.

Tendo o Brasil como palco principal para a abertura do calendário UCI, a presença dos melhores atletas do mundo se tornou inevitável,  visto o sucesso da última etapa UCI que havíamos tido em nosso país no ano de 2022 em Petrópolis – RJ, onde ficou nítido a toda comunidade ciclística mundial de que SIM, o Brasil é o pais do futebol, mas também o PAÍS DO CICLISMO.

Nos eventos principais, Jenny Rissveds e Christopher Blevins se destacaram na categoria XCO Elite, com Rissveds liderando a categoria feminina e Blevins a masculina. Eles demonstraram performances excepcionais em um percurso que exigia não só resistência física mas também tática e técnica. No Short Track (XCC), Samuel Gaze e Evie Richards conquistaram as primeiras posições em suas respectivas categorias, com Gaze enfrentando uma disputa acirrada até a linha de chegada e Richards garantindo uma vitória sólida com uma vantagem significativa sobre suas concorrentes.
Jenny Rissveds celebrando sua vitória com o público brasileiro.

Além das competições de elite, as categorias U23 também foram intensamente disputadas, com destaque para Riley Amos que se destacou ao vencer tanto no XCO quanto no XCC, mostrando sua versatilidade e força em ambas as modalidades. Este evento não apenas impactou as classificações e a preparação dos atletas para futuras competições olímpicas, mas também reforçou Mairiporã como um destino chave para o mountain biking no cenário internacional​ (UCI MTB World Series)​​ (XCOMTB)​.

Ao todo tivemos a participação de mais de 20 atletas brasileiros entre Elite e U23 Masculino e Feminino,  destes batemos um papo super bacana com Cristian Lazzari, atleta do time AUDAX RACING , que fez sua primeira participação em etapas da COPA DO MUNDO,  e nada melhor que começar correndo “em casa”.

BIKE POINT: “- Já estava em seus planos correr essa etapa?”

LAZZARI: “- Não tinha em meu calendário a participação neste evento, pois o mesmo é apenas para atletas com pontuação mínima UCI, e como temos poucas provas para pontuar no Brasil, acabei disputando a etapa, devido vagas que a UCI disponibiliza para atletas do país onde a edição será realizada, a CBC avalia quais melhores atletas para defender o país, e corri por meio de convocação CBC.”

BIKE POINT: “- Qual foi a sensação de alinhar com os melhores atletas do planeta?”

LAZZARI: “- A sensação foi de que estou no caminho certo, e que a jornada continua dia após dia, mesmo nosso esporte sendo difícil em nosso país, ouvir as pessoas gritando seu nome, vibrando com a camisa do Brasil, e mostrando nossa real paixão pelo esporte.”

BIKE POINT: “- Qual foi o momento mais difícil da prova?”

LAZZARI: “- Largar quase no último bolsão, devido aos pontos UCI. Por se tratar de uma prova de XCO, o congestionamento na pista é imenso, sendo que 110 atletas largaram.”

BIKE POINT: “- Ficou muito aprendizado após a etapa?”

LAZZARI: “-Sim! De que quero voltar a competir contra os melhores o mais breve possível, e mostrar todo meu ciclismo!”

Cristian Lazzari defendendo as cores do Brasil.

O Ironman 70.3 Florianópolis é uma das etapas mais aguardadas e desafiadoras do circuito de triatlo mundial. Realizada anualmente na deslumbrante cidade de Florianópolis, Brasil, essa competição atrai atletas de todo o mundo para testarem seus limites em natação, ciclismo e corrida.

História e Significado:

O Ironman 70.3 Florianópolis faz parte da família Ironman, uma série de competições de triatlo de longa distância que surgiram a partir do lendário Ironman do Havaí. Com sua primeira edição ocorrendo em 2002, a prova de Florianópolis rapidamente se estabeleceu como uma das mais importantes do calendário sul-americano.

Para os triatletas, participar do Ironman 70.3 Florianópolis é mais do que apenas competir. É uma jornada de autodescoberta, superação e realização pessoal. A atmosfera vibrante e o desafio atlético único tornam essa prova inesquecível para todos os envolvidos.

Distâncias e Desafios:

O Ironman 70.3 Florianópolis é composto por três disciplinas principais: natação, ciclismo e corrida. As distâncias exatas são:

  1. Natação: A prova de natação tem lugar em águas abertas, geralmente na Praia de Jurerê. Os atletas enfrentam uma distância de 1.9 quilômetros, onde devem contornar boias e navegar pelas correntes marítimas.
  2. Ciclismo: Após completarem a natação, os triatletas partem para a transição e em seguida para a parte de ciclismo. O percurso de bicicleta do Ironman 70.3 Florianópolis estende-se por 90 quilômetros. Este percurso desafiador leva os competidores através de estradas ao longo da Ilha, proporcionando vistas deslumbrantes da paisagem local, incluindo a famosa Ponte Hercílio Luz.
  3. Corrida: Após completarem o percurso de ciclismo, os atletas embarcam na última etapa da prova: a corrida. O trajeto de corrida tem uma distância de 21.1 quilômetros e geralmente ocorre ao longo da Avenida Beira-Mar Norte, proporcionando aos participantes uma vista panorâmica da Baía Norte de Florianópolis. Esta etapa final testa a resistência e a determinação dos triatletas, exigindo que eles superem a fadiga acumulada e mantenham um ritmo constante até cruzarem a linha de chegada.

Cenário e Atmosfera:

Além dos desafios físicos, o Ironman 70.3 Florianópolis oferece aos participantes uma experiência única graças à beleza natural e à energia contagiante da cidade anfitriã. Florianópolis, conhecida como a “Ilha da Magia”, é famosa por suas praias deslumbrantes, clima tropical e hospitalidade calorosa.

Durante a competição, as ruas de Florianópolis ganham vida com o apoio entusiasmado dos espectadores locais, que se reúnem ao longo do percurso para incentivar e inspirar os triatletas. O espírito de camaradagem e solidariedade entre os competidores também é evidente, com atletas se encorajando mutuamente a cada passo do caminho.

Conclusão:

O Ironman 70.3 Florianópolis é muito mais do que uma simples corrida. É uma experiência transformadora que desafia os limites físicos, mentais e emocionais dos participantes. Ao cruzar a linha de chegada, os triatletas não apenas celebram suas conquistas pessoais, mas também se tornam parte de uma comunidade global de indivíduos dedicados à superação e ao espírito de luta.

Em última análise, o Ironman 70.3 Florianópolis representa a essência do triatlo: determinação, perseverança e paixão. É uma celebração da capacidade humana de transcender obstáculos e alcançar o extraordinário. E para aqueles que têm a coragem de aceitar o desafio, essa jornada épica promete ser uma das mais gratificantes de suas vidas.

 

Ana Paula Casetta, Ana Vitória Magalhães e Wellyda Rodrigues, respectivamente formaram o pódio do ciclismo de estrada feminino no campeonato nacional de 2023 em Cascavel – PR.

O ciclismo feminino no Brasil tem sido uma jornada de determinação, superação e conquistas. Desde as primeiras pedaladas até os dias atuais, as mulheres têm desafiado estereótipos e mostrado sua força e habilidade nas mais diversas disciplinas do esporte sobre duas rodas.

O Início da Jornada

A história do ciclismo feminino no Brasil remonta aos primórdios do esporte no país. Embora inicialmente tenha enfrentado resistência e preconceito, as mulheres ciclistas persistiram, encontrando apoio em grupos locais e clubes esportivos. A partir da década de 1980, com a crescente popularidade do ciclismo como modalidade esportiva e de lazer, mais mulheres foram atraídas para o esporte, impulsionando o desenvolvimento do ciclismo feminino em diferentes disciplinas.

Disciplinas do Ciclismo Feminino

O ciclismo feminino abrange uma ampla gama de disciplinas, incluindo estrada, pista, mountain bike (MTB), BMX, downhill, entre outras. Cada disciplina requer habilidades específicas e oferece desafios únicos, atraindo ciclistas com diferentes aptidões e preferências.

Na modalidade de estrada, as ciclistas percorrem longas distâncias em diversas condições de terreno e clima, competindo em corridas emocionantes que exigem resistência, estratégia e trabalho em equipe. Já na pista, as atletas enfrentam velocidades vertiginosas em pistas de madeira especialmente projetadas, competindo em provas de velocidade e resistência que testam sua habilidade técnica e poder explosivo.

O mountain bike leva as ciclistas para trilhas desafiadoras em meio à natureza, com percursos íngremes, obstáculos naturais e terrenos variados. A modalidade exige habilidade técnica, coragem e resistência física, proporcionando uma experiência única de contato com a natureza e aventura.

O BMX, por sua vez, é uma modalidade de ciclismo de ação rápida e adrenalina pura, praticada em pistas curtas e cheias de obstáculos, onde as ciclistas competem em corridas emocionantes, saltos acrobáticos e manobras radicais no BMX PARK.

Carolina Bittencourt, atual campeã brasileira de BMX PARK.

Por fim, o downhill desafia as ciclistas a descer montanhas íngremes e sinuosas em alta velocidade, enfrentando obstáculos naturais e terrenos acidentados, em uma verdadeira prova de habilidade, controle e coragem.

As Maiores Vencedoras da História

Ao longo dos anos, o ciclismo feminino brasileiro viu surgir diversas atletas de destaque, que deixaram sua marca na história do esporte com suas performances memoráveis e conquistas impressionantes. Entre as maiores vencedoras da história do ciclismo feminino brasileiro, destacam-se nomes como:

  1. Janildes Fernandes Silva: Reconhecida como uma das maiores ciclistas brasileiras de todos os tempos, Janildes conquistou inúmeros títulos nacionais e internacionais ao longo de sua carreira, destacando-se em provas de estrada e pista.
  2. Jaqueline Mourão: Versátil e determinada, Jaqueline é uma das principais representantes do ciclismo feminino brasileiro em modalidades como o MTB e o biatlo (combinação de esqui cross-country e tiro). Com múltiplas participações em Jogos Olímpicos, ela conquistou o respeito e a admiração de fãs em todo o mundo.
  3. Viviane Favery Costa: Uma das maiores especialistas em mountain bike do Brasil, Viviane acumula vitórias e pódios em competições nacionais e internacionais, demonstrando uma habilidade excepcional em superar os desafios das trilhas mais difíceis do mundo.
  4. Renata Falzoni: Além de ser uma ciclista de destaque, Renata também se destacou como jornalista e ativista pelo ciclismo urbano, contribuindo para promover o esporte e a mobilidade sustentável nas cidades brasileiras.

Essas atletas inspiraram gerações de ciclistas e deixaram um legado duradouro para o ciclismo feminino no Brasil, abrindo caminho para novas talentos e quebrando barreiras para as mulheres no esporte.

As Atuais Campeãs em Cada Categoria

No cenário atual do ciclismo feminino brasileiro, diversas atletas se destacam em suas respectivas disciplinas, representando o país em competições nacionais e internacionais e conquistando vitórias importantes ao longo do caminho.

Na modalidade de estrada, Ana Vitória Magalhães é a atual campeã ELITE, e Lara Gabriela na categoria SUB-23.

Nas pistas de velódromo, atletas como Wellyda Rodrigues e Daniela Lionço brilham com sua velocidade e técnica apurada, conquistando medalhas e quebrando recordes em competições de nível internacional.

No mountain bike, Isabella Lacerda é a atual campeão no XCM Eleite

No BMX pista Priscilla mostra sua destreza e coragem em pistas por todo globo, desafiando os limites do esporte e conquistando admiradores em todo o mundo.

Essas são apenas algumas das muitas ciclistas brasileiras que estão deixando sua marca no cenário do ciclismo feminino, inspirando pessoas de todas as idades a pegarem suas bicicletas e pedalarem em busca de seus próprios sonhos e conquistas.

Conclusão

O ciclismo feminino no Brasil é uma história de paixão, perseverança e superação. Ao longo dos anos, as mulheres ciclistas brasileiras têm enfrentado desafios e obstáculos com determinação e coragem, conquistando seu espaço no esporte e inspirando gerações futuras a seguirem seus passos.

Com talento, trabalho árduo e dedicação, as ciclistas brasileiras continuam a alcançar novos patamares de sucesso em todas as disciplinas do ciclismo

Considerada pelo jornal britânico “The Guardian” como uma das 10 estradas sinuosas mais desafiadoras do mundo, a Serra do Rio do Rastro, em Santa Catarina no Brasil, recebe milhares de ciclistas do mundo inteiro ao longo do ano.

A Serra do Rio do Rastro é uma das estradas mais espetaculares não só do Brasil, mas do mundo, devido à sua impressionante engenharia, paisagens de tirar o fôlego e um desafio único para os amantes do ciclismo. Localizada no estado de Santa Catarina no extremo sul do estado, essa estrada serpenteia a encosta da serra, conectando a região das planícies à serra catarinense, mais especificamente o município de Lauro Müller ao de Bom Jardim da Serra.

A Estrada

A rodovia SC-390, onde se encontra a Serra do Rio do Rastro, possui um traçado sinuoso único, com um total de 284 curvas ao longo de seus 12 quilômetros de extensão. Essa característica proporciona uma experiência inesquecível, tanto para quem dirige quanto para os ciclistas que ousam desafiar suas ladeiras. O ponto mais alto da estrada atinge cerca de 1.460 metros de altitude, o que oferece vistas panorâmicas de tirar o fôlego da natureza ao redor.

Ciclismo na Serra do Rio do Rastro

Foto: Victor Salvan (Fast)

Para os entusiastas do ciclismo, a Serra do Rio do Rastro representa um desafio ímpar. A ascensão pela estrada exige preparo físico e mental, devido às suas íngremes subidas e ao grande número de curvas fechadas. Além disso, a variação de altitude implica em mudanças de pressão e temperatura, o que pode afetar o desempenho e a resistência dos ciclistas.

A estrada é palco de eventos de ciclismo que atraem participantes de todo o mundo, incluindo competições de subida de montanha, onde o objetivo é completar o percurso no menor tempo possível. Estes eventos não apenas testam a resistência e habilidade dos ciclistas mas também promovem a camaradagem e o amor pelo esporte.

Temperaturas Altas e Baixas

A Serra do Rio do Rastro é conhecida por suas drásticas variações de temperatura. No verão, as temperaturas podem ser bastante agradáveis, mas é no inverno que a serra revela um de seus espetáculos mais impressionantes: as temperaturas podem cair drasticamente, chegando a registrar marcas negativas, o que ocasionalmente resulta em neve, transformando a paisagem em um cenário de invernal de grande beleza. Para os ciclistas, isso significa estar preparado para enfrentar tanto o calor quanto o frio extremo, dependendo da época do ano em que decidem encarar a serra.

Dicas para Ciclistas

  • Preparação: Devido ao desafio físico, é importante estar bem preparado, com um bom condicionamento físico e mental.
  • Equipamento: O uso de roupas adequadas para a variação de temperatura é crucial, assim como uma bicicleta revisada e equipada para enfrentar longas subidas.
  • Hidratação e Alimentação: Manter-se hidratado e bem alimentado é fundamental para manter o desempenho ao longo do percurso.
  • Segurança: O respeito às regras de trânsito e a atenção às condições da estrada são essenciais para garantir uma experiência segura e prazerosa.

Conclusão

A Serra do Rio do Rastro é mais do que uma estrada; é um ícone do ciclismo brasileiro, um teste para a determinação e a resistência dos ciclistas, e uma janela para as belezas naturais de Santa Catarina. Encarar suas curvas, enfrentar suas subidas e desfrutar das vistas panorâmicas oferece uma experiência única e inesquecível, marcando a memória de todos que se aventuram por seu trajeto.